Se você quer viajar, você precisa disso.

photo: Mel Guarino – Helsinki, Finlandia

Para aqueles de nós que gostam de viajar, especialmente para outros países, a língua pode ser um problema. Afinal, a não ser que se esteja indo à Portugal – e outros países de língua portuguesa – é muito provável que o português não vá ser a língua com que vamos conseguir nos comunicar.

Obviamente não vamos aprender todas as línguas do mundo: se quero ir ao Japão, preciso aprender japonês? Se quero ir à Suécia, preciso falar Sueco? Vou precisar de alemão na Alemanha, Austria e Suíça? O fato é que o inglês é falado em muitos destes países – se não como segunda língua, definitivamente como a língua do turismo.

photo: Mel Guarino – Roma, Itália

Eu já vivo na Europa há cinco anos, e durante este tempo tive a oportunidade de visitar grande parte do continente. Em todos os lugares em que estive, o inglês foi fundamental. No aeroporto? Inglês. Bares e restaurantes? Inglês. No hotel? Inglês.

Se você quer viajar de forma independente, conhecer lugares novos, falar com as pessoas, experimentar coisas novas, saber se comunicar em inglês é fundamental.

photo: Mel Guarino – Zurique, Suíça

Não estou falando de ser proficiente. Estou falando de comunicação. Em todos esses países onde o inglês é usado de forma instrumental, transacional, as pessoas não necessariamente são proficientes. Elas cometem erros, elas tem sotaques característicos das regiões em que vivem e tá tudo bem. Porque sotaque é identidade e errar é normal.

Ninguém – nativo ou não nativo – fala ou escreve sem cometer erros. Meu cunhado e minha cunhada – Canadenses – sempre escrevem “in case” como se fosse uma só palavra: “incase”. Cantores famosos escrevem “should of” em vez de “should’ve”. Sem falar em todos aqueles que confundem “their” e “there”, “your” e “you’re”, “hear” e “here”, e assim por diante.

photo: Mel Guarino – Sevilha, Espanha

Na verdade, o que pude perceber é que nós, brasileiros, é que nos preocupamos demais com os nossos erros – e com os erros dos outros. E isso faz com que tenhamos dificuldade em nos desenvolvermos, em nos tornarmos fluentes.

Ou seja, se você quer viajar, você precisa falar inglês. E se você quer se desenvolver, você precisa colocar o que você aprendeu em prática.

Aulas de inglês podem ajudar. É importante estar sempre em contato com a língua, seja de modo formal (através de aulas) ou informal (assistindo séries e filmes, lendo livros, ouvindo música e podcasts, etc.). Tudo o que entra em desuso a gente acaba esquecendo, perdendo. Eu como eu disse e repito, para o viajante, falar inglês é fundamental.

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