Você sabe quando usar “the”?

Quando começamos a estudar inglês, aprendemos gramática mais ou menos nesta ordem: pronomes pessoais (I, you, he, she, it…); verbo to be (am, is, are), e artigos (a, an, the).

Esses são tópicos que podem parecer básicos, mas que costumam causar dúvidas a todos os estudantes de inglês. Os artigos (a, an, the) são, em geral, os que mais levam a erros mesmo em alunos mais avançados.

Algumas línguas não usam artigos, como, por exemplo, o japonês. Outras línguas, usam muitos artigos, como o português. E o inglês fica no meio termo; usa artigos mas não tanto como na nossa língua materna. E aí é que mora o perigo.

Brasileiros tendem a usar artigos em excesso. Curiosamente, russos e poloneses, também. Outras nacionalidades acabam usando artigos de menos.

Hoje nós vamos focar um pouquinho no uso do artigo “the”. Faça o quiz abaixo e descubra quando e porque usar o artigo “the”.

 

Como estudar inglês na quarentena

Nas últimas semanas, o mundo como conhecemos virou de pernas para o ar. Empresas fecharam as portas, escolas mandaram seus alunos para casa, trabalhadores passaram a improvisar um home office.

Os esforços globais para conter o avanço do coronavírus têm redefinido nossa relação com o trabalho, o estudo, o outro e a internet. Sem poder sair de casa, muitos de nós passaram a investir seu tempo livre em cursos online. Outros, zeram o videogame, enquanto outros assistem infindáveis séries por streaming.

Mas e quem não pode pagar por um curso neste momento?

Aqui vão algumas dicas de como aprender inglês sozinho:

  1. Veja sites de notícias

Explore sites de notícias internacionais como BBC; CBC; New York Times. Tente ler as manchetes (em inglês, headlines), veja se você conhece o vocabulário, tome nota das frases, tente identificar padrões.

  1. Use ferramentas gratuitas

A BBC, estatal de notícias do Reino Unido, oferece um serviço chamado BBC Learning English. Diariamente são postados notícias, atividades, quizzes e dicas para melhorar o inglês.

Cadastre-se no vspoke para receber materiais gratuitos no seu email semanalmente: são atividades sobre Business English, expressões idiomáticas, phrasal verbs, gramática e mais.

  1. Assista filmes e seriados com outros olhos

A maioria de nós tem uma assinatura de streaming como Netflix, Apple +, e Amazon Prime. Esses serviços oferecem a opções de áudio e legendas. Ao optar por áudio em inglês e legendas em inglês, podemos aprender novo vocabulário, entender como se pronunciam certas palavras e melhorar não só nosso listening (compreensão auditiva), como nossa gramática.

  1. Leia livros em inglês

Hoje há bibliotecas que oferecem conteúdo online, como e-livros; livrarias virtuais como Amazon e Apple Books e blogs especializados em literatura.

  1. Ouça músicas em inglês

Independentemente do seu gosto musical, ouvir músicas em inglês é uma forma muito divertida de praticar. Quando cantamos junto com uma música e temos a letra em mãos, aprendemos a pronunciar as palavras de forma natural, aprendemos vocabulário, e desvendamos o que o artista está dizendo. Além do mais, quem nunca ficou com alguma música na cabeça por dias? É uma ótima forma de memorizar frases e palavras!

6. Organize seu conhecimento

E, finalmente, a dica mais importante: organize seu conhecimento. Tome notas do que você aprende, organize o novo vocabulário de uma forma que faça sentido para você. Reveja essas anotações com frequência.

7. Evite as traduções automáticas

O Google Translate pode ser uma mão na roda em certos momentos, mas há certas nuances que a inteligência artificial ainda não é capaz de capturar. Ao invés de traduzir tudo de uma vez, tente compreender o conteúdo sem traduzir nada. E quando quiser saber o que uma palavra significa, dê uma olhada no Thesaurus, onde você vai encontrar diversos sinônimos para a maioria das palavras na língua inglesa.

Stay safe! Stay hopeful!

Durante este período de incertezas, estou oferecendo meu tempo livre para ajudá-los com pequenas dúvidas de inglês de forma gratuita. Basta agendar um horário comigo através deste link. São intervalos de 20 minutos em que você tirar suas dúvidas diretamente comigo, em tempo real, utilizando o Zoom.

Aprenda expressões idiomáticas com música

Aprender inglês às vezes pode parecer difícil e até mesmo um pouco chato. Para enfrentar o tédio, uma das melhores soluções é estudar através de músicas.

Hoje nós vamos aprender algumas expressões idiomáticas – ou idioms – que estão na letra da música “Someone Like You”, da cantora inglesa Adele.

Veja o vídeo:

Agora responda as perguntas abaixo:

Se você tiver alguma dúvida, entre em contato conosco!

Que preposição usar?

Não é segredo para ninguém que preposições em inglês tendem a ser super confusas não só para quem está aprendendo, mas para quem já tem certa fluência no idioma também.

Há duas formas de aprender a usar preposições de uma vez por todas:

  1. Entender o que elas significam
  2. Aprender quais preposições são usadas com quais verbos, adjetivos e substantivos

Hoje nós vamos dar uma forcinha para você se lembrar de qual preposição vai com o verbo depend (depender). Em português, diz-se depender de. Em inglês, nao podemos dizer depend of, devemos dizer depend on.

Veja o vídeo:

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Business English: dicas essenciais

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Como falar inglês com fluência

Muitos alunos sempre nos perguntam como falar inglês com fluência. Primeiramente é preciso entender que aprender uma língua não significa somente aprender a falar essa língua.  

Se fluência é seu objetivo principal, você definitivamente deve focar em outros aspectos também, como pronúncia e gramática. Não quer dizer que você se tornar um especialista nessas áreas, mas você deve se dedicar a elas.

Tempos verbais em inglês podem ser, por vezes, complicados, mas é preciso compreender seus conceitos para que a comunicação faça sentido. Por exemplo, a ideia de passado inacabado – Present Perfect – não tem equivalência na língua portuguesa.

Aprender novo vocabulário, o que costuma assombrar os estudantes do idioma, é essencial para que o falante de inglês consiga se comunicar minimamente. Felizmente, no inglês, já é possível conversar confortavelmente com cerca de mil palavras.

Para a maioria das pessoas, decorar listas de palavras não é a melhor solução para expandir seu vocabulário. Há formas muito mais interessantes de aprender: ler livros em inglês; ouvir músicas em inglês e acompanhar a letra; assistir a filmes em inglês com legendas em inglês; usar o dicionário para procurar o significado de palavras desconhecidas e criar um “lexical notebook”, que nada mais é um espaço para organizar as novas palavras que for aprendendo.

Preste atenção ao que ouve em inglês. Quanto mais exposição ao idioma tiver mais ele se tornará natural e familiar. A partir daí você começará a perceber como certas palavras são pronunciadas, quais sons deixam de existir ou passam a aparecer nas frases e por aí vai.

A parte mais difícil, estando no Brasil, é conversar em inglês. Muitas vezes até temos a intenção de falar só em inglês com algum colega de curso ou um parente que seja mais fluente, mas, na prática, não é assim tão simples.

Um dos maiores obstáculos à prática da conversação é a vergonha, a insegurança, o medo de errar na frente de um amigo, parente, ou colega de trabalho. Na sala de aula, muitas vezes, não dá tempo de todos os alunos falarem e os mais tímidos vão deixando pra lá.

Falar sozinho em frente a um espelho ajuda. O que também ajuda é gravar a si mesmo falando em inglês e depois ouvir a gravação com olhar crítico. Imitar aquele diálogo que você adora no seu seriado favorito também é uma ótima pedida, bem como cantar sua canção favorita em inglês.

Se nada disso lhe parecer suficiente, você sempre pode entrar em contato com a vspoke; temos ótimas soluções para a prática de conversação com professores canadenses.

Finalmente, não desista. O caminho da fluência é longo, mas a recompensa certamente vale a pena.

Você pode ler uma versão em inglês deste texto aqui.

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Como aprender inglês de uma vez por todas

Você já parou para pensar por que aprender inglês parece ser tão complicado? Ou por que algumas pessoas parecem ter mais facilidade do que outras? Ou por que, apesar de se dedicar tanto, parece que seu inglês não vai pra frente?

Pois é, pode parecer meio óbvio, mas a verdade é que só aprende inglês quem decide aprender inglês. Infelizmente querer, simplesmente, não é poder e só aprende quem decide se dedicar a aprender.

Também é preciso saber que não existe fórmula mágica – não importa o que lhe digam. Sua decisão consciente de aprender e se dedicar a aprender é a única solução. E eu digo isso por experiência própria: diariamente eu tomo a decisão de agir. Eu conscientemente opto por aprender diariamente, o tempo todo.

Como muitos de vocês, eu também já odiei inglês e achei que jamais poderia aprender o idioma. Aos 17 anos eu embarquei em um programa de intercâmbio de um ano e fui fazer o colegial na Austrália. Cheguei lá sem nunca ter feito um curso de inglês e sem saber como montar uma frase completa na língua da rainha.

Minha primeira semana foi muito difícil, mas ao invés de desistir, eu decidi aprender inglês de uma vez por todas. Se eu consegui, você também pode. Veja como:

  • Leia em inglês: semanalmente eu ia à biblioteca e retirava um novo livro. Eu comecei com livros que eu já tinha lido em português e passei para títulos que nunca tinha lido. 
  • Escreva em inglês: eu mantive um diário durante todo o tempo que morei na Austrália. Eu descrevia o meu dia e minhas experiências, minhas dificuldades e coisas que eu queria lembrar. Eu não me preocupava em escrever corretamente, tudo o que importava era que eu estava me expressando em inglês.
  • Converse com outras pessoas em inglês: quanto mais prática de conversação você tiver, mais natural será falar em inglês. Faça proveito do ambiente de sala de aula ou do seu professor particular para praticar em um ambiente seguro e construtivo.
  • Pratique gramática: tente entender como as regras gramaticais do inglês funcionam. Procure identificar padrões, compare as regras com o inglês que você vê nas ruas, nos filmes e nas músicas.
  • Faça perguntas: não sinta vergonha de tirar suas dúvidas com seu professor, colegas de sala ou conhecidos que tenham domínio de inglês.

Quer esteja planejando estudar inglês no exterior ou não tenha a menor intenção de sair do país, os passos acima certamente irão ajuda-lo a tomar as rédeas do seu processo de aprendizado.

A maioria das livrarias, hoje em dia, tem uma seção de livros e revistas em inglês. Ou você pode optar por e-livros (ebooks) em inglês, por exemplo. A internet também ajuda bastante e pode abrir caminho para infinitos textos, áudios e vídeos na língua inglesa.

Escreva um diário, comente em um blog, ouça músicas, assista filmes em inglês com legendas em inglês, assista a um TED Talk. Não se sinta desencorajado se não tiver ninguém que possa conversar em inglês com você, você pode começar um curso, praticar online ou entrar em contato com a Vertices.

Como sempre, o poder de agir está em suas mãos. Cabe a você decidir qual seu próximo passo.


Escrito originalmente em inglês por Melissa Guarino. Clique aqui para ler.

Três passos para conquistar o CELPIP

Muitos de vocês podem estar se preparando para fazer um exame de proficiência na língua inglesa neste exato momento. Há muitas razões para fazer um teste desses: avanço profissional; educação internacional; mestrado ou doutorado; imigração.

Toronto é a maior cidade do Canadá

O fato é que a maioria das pessoas não faz testes porque acha legal ou divertido. Isso significa que, geralmente, há bastante estresse envolvido em fazer um teste. Se este for seu caso, acho que você pode estar interessado em continuar lendo.

Em primeiro lugar, “conheça seu inimigo”. Aprenda os macetes do teste que você vai fazer: são quantas partes? Que tipos de perguntas serão feitas? Como fazem a correção do teste? Quanto tempo eu tenho para cada questão?

Se você vai fazer o CELPIP, a primeira coisa que precisa saber é que este é um teste feito no computador, ou seja, você estará sentado em frente a um computador 100% do tempo, e isso inclui a prova oral (speaking). Você está preparado, por exemplo, para dar suas respostas a um microfone? Se quiser saber mais sobre a prova, visite o site oficial.

Em segundo lugar, “prática leva à perfeição”. Tecnicamente, não há necessidade de se atingir uma nota perfeita, o que existe é uma nota mínima para cada um dos quatro skills (listening, speaking, writing, Reading) dependendo de quais são seus objetivos. Por isso a prática é tão importante.

Quanto mais você praticar, mais segurança você irá ter na hora da prova. Quanto mais familiarizado você estiver com os desafios de cada parte da prova, você correrá menos risco de ser pego de surpresa ou de estar despreparado. A Vertices pode ajuda-lo a se preparar para o CELPIP. Entre em contato para saber mais.

Por último, é preciso reconhecer o poder de uma ótima noite de sono. Uma noite mal dormida pode afetar sua memória, especificamente a parte necessária para a linguagem. Dê uma olhada neste artigo (em inglês) para saber mais sobre a importância de uma boa noite de sono.

O CELPIP, por exemplo, dura cerca de 3 horas e – acredite – isso é muito tempo para ficar sentando em frente a um computador sob um estresse danado por estar fazendo uma prova que pode decidir seu futuro. A última coisa que você precisa nessas horas é que sua memória lhe falte.

Qualquer que seja sua razão para fazer um teste de proficiência em inglês, nós temos uma solução para ajuda-lo a alcançar seus melhores resultados. Nós oferecemos cursos de preparação para o IELTS, TOEFL, CELPIP e Cambridge. Siga-nos no Instagram para dicas diárias de inglês.


Escrito originalmente em inglês por Melissa Guarino. Clique aqui para ler.

O professor de inglês deve ser nativo?

Hoje, no mundo, cerca de 1.5 bilhão de pessoas falam inglês. Destes, menos de 400 milhões são nativos – de acordo com o Fórum Econômico Mundial. Com base nisso, podemos supor que a maioria dos professores de inglês não seja composta de nativos da língua, ou seja, não foram alfabetizados no idioma inglês.

Há bastante debate sobre o valor e a eficácia de professores de inglês não-nativos. Alguns dizem que esses professores deveriam se ater aos níveis mais básicos, onde o foco maior é a gramatica. E os níveis mais avançados deveriam ficar a cargo de professores nativos, já que há um foco maior na fluência.

Também é comum ouvir de alunos que eles preferem aprender com professores nativos. Há até escolas de inglês que somente contratam professores se eles forem nascidos em um país de língua inglesa ou que lhes paguem melhores salários.

Essa crença naturalmente se dá porque a maioria das pessoas desconhece o que constitui um bom professor.

Primeiramente, no Canada, Austrália e Reino Unido, professores de inglês precisam ser certificados para poderem lecionar. Há diversas entidades internacionais que oferecem treinamento e certificação em ESL (inglês como segunda língua) ou EFL (inglês como língua estrangeira) como Cambridge, Trinity ou ate mesmo ILAC, no Canada.

Em segundo lugar, professores precisam dominar o assunto que ensinam, e com inglês não poderia ser diferente. E lembre-se, só porque você fala português, isso não significa que está apto a ensinar a língua. O mesmo vale para os nativos da língua inglesa: só porque falam inglês, não significam que entendam a mecânica do idioma.

Finalmente – e o mais importante – há vocação. Ser professor não é para todo mundo. E não se trata de ter ou não conhecimento; vocação é um chamado, um dom, e isso não se aprende.

Então, para simplificar, do modo como eu vejo, os professores de inglês não nativos são histórias de sucesso e deveriam servir de inspiração para todos que querem aprender o idioma. Eles não só aprenderam a língua tão bem, como se tornaram aptos a ensina-la a outras pessoas.

Agora, podemos dizer que todos os professores não nativos são bons? Não. Também não podemos dizer que todos os professores nativos sejam ruins. Um professor pode ser bom ou ruim independentemente de onde tenha nascido ou de que língua ele fale. Um bom professor é aquele que tem treinamento, conhecimento e vocação.


Escrito originalmente em inglês por Melissa Guarino. Clique aqui para ler.

Uma estratégia para manter-se motivado

Escrito originalmente por Ela Kaca para Vertices Language Coaching. Você poder ler a versão original em inglês aqui.

Uma das perguntas mais frequentes que recebo, como professora de inglês, é o que eu acho mais difícil em ensinar.

Durante minha licença maternidade, que no Canada é de um ano, eu fiz questão de me dedicar e de refletir sobre meu método de ensino, minhas aulas e os objetivos que eu traçaria para meus alunos.

Independentemente de qual ângulo eu olhasse, sempre a mesma pergunta vinha à tona: meus alunos estão motivados? É comum perceber que alguns alunos ficam frustrados ao terem que fazer lição de casa, outros tem horror a trabalhar em grupos e há, ainda, aqueles que se sentem como se estudassem por horas a fio sem alcançar nenhum resultado ou nenhuma melhora.

Foi então que decidi perguntar aos meus alunos o porquê deles estarem estudando inglês:

  • Por que você está estudando inglês?
  • Como falar inglês vai ajuda-lo hoje? E como vai ajuda-lo no futuro?
  • Quais estratégias de estudo você costuma usar?
  • Será que está na hora de aplicar novas estratégias?
  • Qual o papel do professor, na sua opinião?
  • O que torna uma aula boa?
  • O que faz um bom professor?
  • O que faz um bom aluno?

O resultado dessa reflexão com a classe foi incrível. Com seus objetivos em mente, os alunos passaram a se aplicar mais e mais ativamente no seu processo de aprendizagem.

Apesar dessa mudança de atitude na sala de aula, depois de alguns dias comecei a notar um certo regresso à mentalidade de antes da reflexão. Foi então que entendi que precisaríamos passar por outro processo de auto avaliação e reflexão.

Os alunos foram encorajados a refletirem sobre o que tinham aprendido durante a semana e se estavam mais próximos de atingir seus objetivos do que na semana anterior. Esse processo reflexivo se tornou uma atividade semanal e foi o elemento chave que os manteve motivados durante o curso.

Para mim é primordial manter os alunos motivados, não só com atividades lúdicas, mas, principalmente, ajudando-os a refletir sobre seus objetivos, expectativas, frustrações.

E você? Como você responderia às mesmas perguntas que faço aos meus alunos?


Escrito originalmente por Ela Kaca para Vertices Language Coaching. Você poder ler a versão original em inglês aqui.

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